quarta-feira, 1 de maio de 2019

Proteção contra raios: O dispositivo de proteção contra surtos


Com seu vasto território e clima tropical, o Brasil é o país com maior incidência de acidentes fatais com raios no mundo. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE), são 130 mortes e 200 feridos por ano entre as vítimas de descargas atmosféricas. O instituto também estima um prejuízo da ordem de um bilhão de reais por ano.
Um relâmpago é capaz de promover uma cena impressionante em seu encontro com a terra, dando a impressão de um poderoso golpe sobre uma pequena área, inofensivo para quem não está próximo o bastante. A eletricidade, todavia, pode expandir seu alcance a partir de cabos de energia elétrica ou de telefonia, mesmo quando a descarga não atinge diretamente estes cabos. O dispositivo de proteção contra surtos (DPS) é o equipamento ideal para proteger a rede interna de uma edificação contra esses efeitos indiretos.
Quando um DPS é submetido ao surto de tensão (que ocorre na influência de um raio, por exemplo), seu elemento característico, o varistor, deixa de atuar como um isolante e conduz eletricidade, “desviando” o trajeto da corrente elétrica ao sistema de aterramento(figura 1). Embora não substitua outras medidas de proteção contra descargas atmosféricas (como o para raios do edifício), a aplicação dos dispositivos de proteção contra surtos reduz consideravelmente a chance de um sinistro comumente relacionado aos raios: queima de equipamentos eletrônicos.


Figura 1: esquema típico de montagem de DPS em quadro de distribuição

Conforme a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), os DPS costumam ser classificados em:
Classe I: é aplicado em locais onde se prevê elevada corrente de impulso para as descargas atmosféricas, como a entrada da rede de baixa tensão em edifícios e indústrias.
Classe II: são utilizados para absorver as sobre tensões em quadros de distribuição, em complemento aos DPS classe I, ou próximos à entrada de serviço ou quadro de distribuição de implantações menos vulneráveis, como residências.
Classe III: são próprios para proteção específica de um equipamento sensível aos surtos de tensão. Além dos DPS utilizados em instalações elétricas, há também aqueles aplicados em telefonia e outros equipamentos de telecomunicação.
Os dispositivos de proteção contra surto podem apresentar avarias após atuar sua proteção em um ou mais eventos. Quando isto ocorre, em geral, há um led ou outro sinal visual, que indica a queima daquele elemento. Para facilitar a manutenção e coordenar a proteção do próprio DPS, é recomendável aplicar um disjuntor ou fusível a montante dos DPS classe I e II, coordenando a corrente nominal da proteção contra curto circuito com a fiação aplicável ao DPS.

Tipos de terminais para cabos e aplicação


Os terminais são componentes utilizados para fazer conexões confiáveis entre um cabo condutor e outro elemento do sistema elétrico, garantindo continuidade no circuito.  São fabricados com material condutor de eletricidade, como cobre eletrolítico ou alumínio, e a fixação do cabo se dá, em geral, através de compressão.  Alguns modelos de terminais, em particular aqueles de bitola até 10 mm², costumam ser fornecidos já com luvas de isolação (são chamados terminais pré-isolados).
Nos terminais onde o cabo é fixado por compressão, uma ponta descascada do cabo é inserida no interior do terminal, em seguida é feita a compressão do elemento tubular onde está o cabo com auxílio de um alicate. Existem alicates específicos para aplicação de terminais, e no caso de cabos de larga bitola (acima de 10 mm²) a aplicação com um alicate comum é praticamente inviável.
Dentre os tipos mais comuns de terminais elétricos temos:
Terminal anel: estes terminais possuem em sua extremidade um anel. Há dois modelos, o terminal com anel laminado e o terminal com anel tubular (fabricado em cobre eletrolítico estanhado e possui excelente resistência à corrosão).
Terminais com anel são aplicados para conexão através de parafusos (em barramentos, parafusos de aterramento e bornes).


Figura 1: Terminal pré-isolado tipo anel

Figura 2: Terminal de compressão de cobre estanhado

Terminal forquilha: Os terminais de forquilha, ou tipo garfo, são indicados para a fixação em barras de bornes, pois seu formato plano e com abertura permite fácil fixação na superfície das barras. Há quatro modelos diferentes de forquilhas; forquilha reta, forquilha anel, forquilha dobrada e forquilha mola.


Figura 3: Terminal pré-isolado tipo garfo
Luvas de emenda: São utilizadas para a emenda de cabos através de compressão. No modelo mais comum de luva de emenda, cada extremidade do cabo é limitada ao centro da luva e são aplicadas duas compressões. Há também luvas tubulares, em cobre eletrolítico, luvas de emenda com janela, para inspeção da posição dos cabos, e a emenda paralela, que utiliza apenas uma compressão, sendo utilizada em fios sólidos.


Figura 4: Tubo pré-isolado para emenda

Slip-ons e LinguetasSlip-ons são terminais de encaixe fácil, o conjunto se compõe por uma peça slip-on fêmea e uma slip-onmacho, em forma de lingueta.  No slip-on totalmente isolado, a isolação completa da peça garante maior segurança, evitando com maior eficiência a ocorrência de curto circuito. Há também o modelo de slip-on tipo bandeira, para a conexão com ângulo reto (90˚).
Através de linguetas, que são fixadas com parafuso ou rebite a uma peça metálica ou barramento, pode-se realizar conexões a cabos com praticidade. Linguetas em fita também podem ser aplicadas na necessidade de múltiplas conexões para derivação.

Figura 5: Terminal pré-isolado tipo fêmea

Figura 6: Terminal pré-isolado tipo macho

Terminais pino: São desenvolvidos para utilização em bornes, contatores, ou na terminação de cabos flexíveis.  Além do modelo padrão, citam-se aqui os modelos de terminais de pino plano, ilhós tubular e pino tubular.

Figura 7: Terminal pré-isolado tipo pino

Figura 7: Terminal pré-isolado tipo tubo

Como instalar um interruptor paralelo (three way)


Os interruptores do tipo three way permitem a instalação de comandos em paralelo para o acionamento da iluminação. Isto é particularmente útil em ambientes amplos, com mais de uma porta de acesso, escadas ou corredores, pois possibilita ligar ou desligar a iluminação a partir de dois pontos distintos.
Embora também possa ser utilizado como um interruptor simples, o interruptor three way se diferencia pela presença de três terminais, que são comutados dois a dois. O borne central é a conexão comum. A instalação do interruptor paralelo é quase tão fácil quanto a de um interruptor simples e pode ser realizada seguindo-se os seguintes passos:
1 - Desligue o disjuntor do circuito de iluminação no quadro de distribuição. Antes de tocar na fiação ou qualquer peça metálica, verifique se a fiação está realmente desligada, testando com um multímetro ou chave teste.
2 - Defina a posição de instalação dos interruptores (em geral, próximo às portas de acesso do cômodo). Se necessário, instale a tubulação e caixas em PVC a partir do ponto de instalação da luminária.
3 - Instale a fiação entre rede, interruptores e luminária conforme o esquema da figura 1 (a fiação de retorno entre os dois interruptores, em cinza, pode ser guiada pelos mesmos eletrodutos que chegam à lâmpada). Utilize fios ou cabos de cobre isolados em PVC com a mesma bitola do ramal de iluminação.

Figura 1: esquema de ligação para interruptor paralelo
4 - Após efetuar as emendas, proteja-as com fita isolante. Fixe depois as peças de acabamento, como os espelhos dos interruptores e a luminária.
5 - Ligue novamente o disjuntor do circuito de iluminação e teste o funcionamento dos interruptores instalados.
O diagrama da figura 2 mostra o funcionamento do interruptor paralelo, repare que qualquer que seja a posição das teclas em ambos interruptores, é possível ligar/desligar a iluminação a partir de qualquer um deles.


Figura 2: diagrama de funcionamento dos interruptores em paralelo
Em ambientes com três ou mais pontos de acesso, corredores longos, ou escadarias para múltiplos pavimentos, é provável que seja necessário mais que dois locais para o acionamento da iluminação. Nestes casos, pode-se instalar o interruptor four way como interruptor intermediário (figura 3) ou ainda, você pode optar pela utilização de sensores de presença, automatizando o funcionamento da iluminação.


Figura 3: esquema de ligação para 2 interruptores paralelos com um interruptor intermediário: 3 pontos de acionamento
Se você não possui conhecimento básico sobre a eletricidade e riscos a ela associados, não se arrisque em trabalhos de montagem ou reparos das instalações elétricas. Acidentes com eletricidade podem ter sérias consequências, portanto é recomendado procurar por um profissional de confiança, caso você desconheça ou tenha dúvidas sobre os procedimentos de segurança nesses trabalhos.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Antena Interna ou Externa.qual modelo escolher?

Sabe quando você vai comprar uma nova antena e se vê na dúvida sobre qual modelo escolher?
Hoje em dia há tantos modelos de antenas que podem confundir muito ao consumidor. Encontramos a venda modelos de antenas grandes, pequenas, coloridas, internas, externas, amplificadas e há também as internas e externas (podem ser usadas dos dois modos).
Se você já se percebeu nesta dúvida ou está pensando em comprar uma nova antena, este post foi escrito para te ajudar.
Bem, rapidamente, já vamos começar com uma dica superimportante: Não é uma regra, pois as antenas amplificadas não se enquadram nessa dica, mas quanto maior for a antena e quanto maior a quantidade de elementos, melhor será o seu ganho.
O que isso significa? Simples, não acredite em milagres. Se a antena é pequena, seu ganho também é pequeno, e as antenas pequenas devem ser usadas em locais onde o sinal é forte e ponto final.
Não queira tirar sua velha antena enorme de cima do telhado e trocar por uma antena “milagrosa” pequena que na embalagem enfoca alto ganho, isso não vai funcionar.
Se as antenas grandes de alumínio com vários elementos pudessem ser trocadas por essas antenas internas, ninguém mais fabricaria as grandes.
Você agora pode estar se perguntando, e se eu não souber se o sinal em minha residência é forte ou fraco, como fazer?
Olhe nos telhados dos vizinhos, isso é sempre um bom indicativo de como é o sinal no local. Se os vizinhos em sua maioria não possuem nenhum tipo de antena no telhado, bem provavelmente o local deve ter um sinal forte, portanto, compre uma boa antena interna.
Se nos telhados dos vizinhos, você enxergar muitas antenas grandes de alumínio, com vários elementos, é o indicativo de que o sinal não é forte o suficiente para antena interna, portanto, compre uma boa antena externa.
Agora, se nos telhados próximos a sua residência você verificar que todos usam antenas parabólicas tradicionais ou menores de TV por assinatura, como Sky, Vivo, Claro etc. ou até mesmo muita incidência de TV a cabo, é um forte indicativo de que o local é muito ruim para sinal de TV aberta, então o melhor é esquecer antenas para sinal aberto e procurar o melhor plano de TV por assinatura para você.
Há algum tempo atrás, a empresa Antenas Castelo lançou de forma pioneira um modelo de antena que pode ser usado tanto internamente como externamente, o modelo M1038.
Este modelo, como a própria empresa coloca na embalagem do produto, é uma antena para curta distância, ou seja, para locais próximos às torres de transmissão, onde o sinal é forte (antena pequena) contando ainda com uma vantagem de que em locais onde o sinal é bom, mas não forte suficiente para transpassar as barreiras de alvenaria ocasionando sinal fraco, a antena pode ser colocada externamente e, assim, receber um sinal mais limpo e consequentemente melhorar a recepção na sua TV. Uma grande sacada da empresa que fez com que  atualmente as outras empresas estejam copiando.

Cabo coaxial ,como e qual escolher?

Nesse post, vamos detalhar alguns aspetos do cabo coaxial item ao qual muita gente não dá a menor importância na instalação, mas que é um dos responsáveis na geração de uma boa qualidade de imagem na nossa TV .
Na figura abaixo vemos um aspecto geral da construção do cabo:
Os cabos mais usados para instalação de antena são conhecidos como RG 59 e o RG 6, além do cabo RG 11. Porém, este apresenta duas desvantagens: seu diâmetro é superior em relação aos anteriores, o que dificulta a passagem pelos conduítes da residência, e o seu preço é mais elevado. Em virtude disso, o RG 11 não é muito usado.
O cabo RG 59 é a melhor escolha para quem vai usar poucos metros de cabo na instalação e não vai dividir o sinal para mais TVs.
Entretanto, para aqueles que pretendem utilizar mais de 10 metros de cabo ou dividir o sinal para outras TVs, o indicado é o RG 6, pois como veremos a seguir ele tem menor atenuação – por metro – em relação ao RG 59.
Quanto maior o diâmetro do condutor central, menor será a atenuação por metro do cabo.
Vou dar uma dica muito legal, que é usar a calculadora do fabricante de cabos AFDatalink. Ela pode ser acessada nesse link:
Com ela podemos colocar os produtos e a frequência a fim de alcançarmos um comparativo de atenuação. Testei a calculadora para comprar o RG 59 e o RG 6 usando 20 metros de cabo para uma frequência de 500 MHz, que é, mais ou menos, o meio da frequência dos canais UHF. Veja o resultado:
Datalink – RG 59                                 Datalink – Série 6
5.4 dB                                                   3 dB
A diferença de 2,4 dB é bem considerável e chega a 20 % do ganho de uma antena de 12 dB.
Alguns fabricantes colocam a tabela de atenuação nas características técnicas do produto em questão. Veja dois links de outro fabricante:

Malha do cabo
Encontramos cabos com diferentes porcentagens de malha. Essa percentagem refere-se à quantidade de diâmetro interno do cabo que é coberta pela malha, que por sua vez é ligada ao terra da instalação, evitando, assim, que o condutor central sofra as interferências que podem entrar no sistema através do próprio cabo.
Se, por exemplo, um cabo é constituído por apenas 60% de malha, o espaço correspondente aos 40% restantes ficará vulnerável à uma possível interferência oriunda do ar. Esta pode adentrar o cabo e acabar se misturando com o sinal que está no condutor central do mesmo, comprometendo toda a sua qualidade.
Por isso, para uma boa instalação recomendamos que o nosso leitor adquira cabos que sejam revestidos por, no mínimo, 90% de malha.
Impedância
Impedância é a oposição que um circuito elétrico faz à passagem de corrente quando é submetido a uma tensão. Sem entrar profundamente em detalhes técnicos, o importante é sabermos que para a instalação de uma antena o cabo sempre deve ter impedância de 75 Ohms,
Por definição os modelos RG 59 e RG 6 sempre possuem impedância de 75 Ohms.

Certificação ANATEL
Os cabos que são certificados pela ANATEL têm sua qualidade garantida, uma vez que a agência executa testes rígidos antes emitir o selo para o fabricante.
A título de curiosidade, o leitor pode verificar as regras no link:
Portanto, escolha sempre um cabo certificado e tenha a certeza de levar um produto eficaz no que propõe.

Integridade física do cabo
O cabo coaxial não deve ser torcido, amassado ou dobrado bruscamente. Se alguma dessas avarias acontecerem com o cabo ele terá suas propriedades físicas alteradas. Com isso, sua impedância e atenuação também sofrerão alteração, o que tende a prejudicar a qualidade da sua instalação.

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Antenas para UHF:Banda IV,V ou Toda Banda?Qual é a Melhor?

Nesse post, vamos explicar outra dúvida muito comum de nossos leitores e dos consumidores que vão comprar uma antena externa UHF e se deparam com essas especificações nas antenas.
É muito comum pensar assim: Por que eu vou comprar uma antena banda IV ou V se a “toda banda” é mais barata? Seguindo um pensamento lógico, as pessoas deduzem que a banda IV se limita à captação do sinal de alguns canais, enquanto a banda V abrange outro grupo e, por fim, concluem que a chamada “toda banda” proporciona uma cobertura total. “Mas, não é isso?” A resposta é: não! Liberte-se dessa confusão gerada pelos próprios conceitos.
Vamos começar pela “toda banda”. Trata-se de um modelo no qual os dipolos e os outros elementos da antena foram calculados usando-se, normalmente, o centro da frequência de UHF. Visando obter o máximo “ganho” possível, tornando-o linear em toda a frequência suportada pelo UHF, todos os componentes sofrem uma modificação. Essa ação resulta, por exemplo, em um dipolo capaz de alcançar um “ganho” médio do canal 14 até o 69.
Já na banda IV, seus dipolos, juntamente com os outros elementos da antena , são geralmente direcionados para o centro da frequência dos canais baixos de UHF, aqueles situados entre o 14 e o 32. Usando-se o mesmo princípio adotado na “toda banda”, esse dipolo sofre os ajustes necessários para que ele consiga proporcionar um “ganho” extremamente linear, considerando essa mesma faixa de frequência.
Na antena banda V, a premissa é a mesma já citada acima. Claro que, nesse modelo, a frequência utilizada é a central dos canais altos de UHF, simbolizados na TV pelos canais vão de 33 a 69.
Na prática, acontece que as antenas banda IV ou banda V acabam recebendo os canais fora da sua faixa de projeto com igual ou até maior ganho que muitas antenas banda total à venda no mercado.
Obtive esses resultados testando vários modelos de antenas Yagi banda total em comparação com a antena banda IV da Thevear e um modelo banda V da Antenas Castelo.
Busquei informações técnicas nas referidas empresas. Recebi como resposta da Thevear que as antenas banda IV e banda V fora das frequências em que foram projetadas não têm um ganho linear, mas que o ganho médio gira em torno de 7 dBi.
A resposta da Antenas Castelo foi a mesma no quesito linearidade, porém, o ganho médio informado fora das faixas de projeto é em torno de 8 dBi.
Verificando o informativo da Thevear, vemos que a antena toda banda possui um ganho de 9 a 10 dBi e que temos o mesmo ganho informado pela Antenas Castelo em seu modelo.
Observem que entre 7 ou 8 dBi para 10 toda banda existe sim uma diferença. No entanto, muitas antenas modelos toda banda – e nesse ponto adianto que vamos testar alguns “fabricantes” e informar seus resultados em futuros posts – não chegam aos 7 dBi de ganho apresentados pela Castelo ou Thevear fora das frequências projetadas.

Um resumo prático
Se o sinal de UHF for muito baixo, você pode usar duas antenas: uma banda IV e uma banda V, que em conjunto com um misturador irão melhorar muito as chances de se ter uma boa recepção.
Caso o sinal de UHF seja baixo/médio e em sua região a maioria dos canais (ou os mais fracos) estão entre o 14 e o 32, coloque uma Castelo ou Thevear banda IV que você não vai deixar de receber os canais acima do 32.
Em contrapartida, se o sinal UHF é baixo/médio e em sua região a maioria dos canais (ou aqueles que apresentam sinal mais fraco) está entre o 33 e o 69, invista em uma Castelo ou Thevear banda V que você não vai deixar de receber os canais presentes na faixa de frequência que vai do 14 ao 32.
Por fim, se o sinal de UHF for médio/alto, você pode comprar uma antena toda banda de boa qualidade. Além de pagar menos, você conseguirá angariar bons resultados em todos os canais.
Como em todos os posts, eu gosto de deixar claro: procure uma boa antena, pois o valor de uma marca altamente bem conceituada em relação a uma marca ruim vai ser diluído no tempo que sua antena vai durar.
Muitos que compram pensando no preço levam pra casa uma antena que não tem um quarto da durabilidade de boas marcas. Pense bem, o que são R$30,00 ou R$40,00 de diferença em um produto que pode ter uma vida útil de, por exemplo, 1 ou 4 anos?
Espero que tenham gostado desse nosso post e estamos aguardando seu e-mail ou comentário.

Saiba Como Limpar Sua Tv LCD LED Com Toda Segurança

O que é fundamental em uma televisão? A imagem, sem dúvida. Um som limpo e potente certamente transforma a experiência de assistir televisão em algo mais vibrante, mas sem uma imagem de qualidade, tudo isso é irrelevante. E a qualidade da imagem da TV LCD ou de LED são indiscutíveis, não é mesmo?
Para manter sua qualidade, a TV LCD ou de LED precisa de suporte e manutenção adequados, tanto no correto uso e na escolha da assistência técnica, como na limpeza e cuidados com as telas e botões auxiliares. Por isso reunimos algumas dicas valiosas de como limpar sua televisão com toda segurança necessária. Veja!

Qual o Melhor Produto De Limpeza Para a TV LCD ou LED?

Se você não for o responsável pela limpeza da sua televisão, explique todas as etapas do processo e escolha dos produtos para não ter surpresas, pois a tela de LCD e LED não podem ser limpas com produtos que contenham amônia, álcool etílico, acetona ou cloreto de etila, mesmo que em pequenas proporções, nem com qualquer tipo de pano. Portanto sempre leia as composições dos produtos que pretende utilizar.
Os melhores produtos para limpeza da TV LCD são água destilada com vinagre, misturados na proporção de 1 medida de vinagre para 3 iguais de água ou aqueles desenvolvidos especialmente para este fim. O pano deverá ser de microfibra e de boa qualidade.  E para secar, uma flanela
bem macia, para evitar possíveis riscos.
Confira O Passo-a-passo Da Limpeza Da Televisão
  • Passe o pano de microfibra seco pela tela de LCD fazendo movimento circulares leves. Dessa maneira, você irá retirar a poeira superficial sem danificar a tela;
  • Molhe o pano e o torça bem. Faça a limpeza com movimentos retos e leves, da parte mais alta para a parte mais baixa. Quando terminar toda a extensão, volte com movimentos circulares sem deixar marcas;
  • Capriche nas áreas aonde existem manchas ou marcas de digitais marcando a tela da sua TV LCD, mas sem forçar;
  • Seque a tela com uma flanela macia que não solte fiapos.
Lembrando que todo o procedimento deve ser feito com a televisão desligada com antecedência mínima de 10 minutos e ela somente poderá ser ligada depois de estar totalmente seca.
Outras Dicas Importantes:
  • Algumas fabricantes oferecem kits de limpeza em suas lojas virtuais. Eles sempre valem a pena, pois são produzidos especificamente para os aparelhos da marca.
  • Não aplique o produto de limpeza diretamente na tela e nem deixe em excesso no pano. Se eles secarem na tela de LCD poderão deixar manchas ou danificar a tela.
  • Nos cantinhos, utilize pincéis de cerdas macias, como os de maquiagem. Umedeça-o com o produto de limpeza tomando o cuidado de tirar o excesso.
A limpeza da TV LCD merece atenção especial por vários motivos, desde o investimento que é feito, até seu papel essencial no entretenimento da família ou como ferramenta de trabalho. Essa atenção também pode ser expandida para telas de Ipads, computadores, notebooks e claro, não esquecendo dos controles, que possuem telas touch e comandam as ações das TVs.
Algumas pessoas poderão dizer que é excesso de cuidado, outras somente entenderão a importância da limpeza correta quando perceberem a tela manchada ou com pequenos danos.
E você, como limpa sua televisão e qual a importância desse cuidado para você?