domingo, 5 de maio de 2019
Dicas para escolher lâmpadas de LED
Dicas para escolher lâmpadas LED
As lâmpadas LED são uma tendência em iluminação. Com maior durabilidade, robustez eficiência e economia em relação a outras tecnologias, elas já se tornaram populares no mercado de iluminação e substituem gradualmente o uso de lâmpadas fluorescentes.
Na hora de escolher uma lâmpada LED é interessante que algumas características sejam observadas:
Tensão da rede de iluminação.
A tensão, ou “voltagem”, é uma informação que deve estar de acordo com a sua rede de iluminação. Lâmpadas LED normalmente são fornecidas nas tensões 127 V, 220 V ou 12 V. Há também modelos bivolt, que funcionam em 127 ou 220 V.
No caso de Lâmpadas em 12 V, será necessário instalar um transformador para obter a tensão adequada. Em geral este tipo de lâmpada é utilizada para instalação em sancas e tetos de gesso ou drywall.
Tipo de soquete/ base da lâmpada.
Se a lâmpada esta sendo substituída é interessante que ela seja própria para o soquete que já está instalado, evitando a necessidade de troca do mesmo.
As lâmpadas domésticas compactas mais comuns utilizam o soquete E27, com rosca. Lâmpadas tubulares T5 utilizam soquete G5 e as tubulares T8 e T10 utilizam o soquete G13. Para maior informações sobre os principais tipos de soquete para lâmpadas clique aqui.
Fluxo luminoso e potência.
O fluxo luminoso, medido em lúmens (lm), diz respeito à capacidade de iluminação da lâmpada. Já a potência da lâmpada, medida em watts (W) está relacionada ao consumo de energia elétrica.
Ao substituir, por exemplo, uma lâmpada fluorescente compacta de 13 W por uma lâmpada em LED tipo bulbo, deve-se optar por uma lâmpada que possua um fluxo luminoso similar, o que ocorreria neste caso com uma lâmpada LED de 7 W. A tabela de equivalência do fabricante lhe auxiliará nesta escolha.
Temperatura de cor.
A temperatura de cor está relacionada à aparência de cor que a luz emitida proporciona. Lâmpadas com temperatura de cor em torno de 3000 K produzem luz com aspecto amarelado e são ideais para ambientes mais íntimos, como salas de estar e dormitórios. Quando a temperatura de cor da lâmpada é próxima a 6500 K, sua luz tem aspecto branco, por vezes com tom um pouco azulado, sendo estas lâmpadas apropriadas para ambientes de trabalho ou ambientes onde a cor branca é predominante, como escritórios, lavanderias e banheiros.
sexta-feira, 3 de maio de 2019
Lei de Ohm
George Simon Ohm foi um físico e matemático, que nasceu na Alemanha na cidade de Erlangen, em 16 de março de 1789, tendo falecido na cidade de Munique, em 6 de julho de 1854.
Em 1817 foi professor de matemática no colégio jesuíta de Colônia, e lecionou na Escola Politécnica Municipal de Nuremberg de 1833 a 1849. Em 1852 tornou-se professor de Física experimental na Universidade de Munique, na cidade onde viria a falecer.
Entre 1826 e 1827, Ohm desenvolveu a primeira teoria matemática da condução elétrica nos circuitos, baseando-se no estudo da condução do calor de Fourier e fabricando os fios metálicos de diferentes comprimentos e diâmetros usados nos seus estudos da condução elétrica. Este seu trabalho não recebeu o merecido reconhecimento na época, tendo a famosa Lei de Ohm permanecido desconhecido até 1841, quando recebeu a medalha Copley. Até essa data os empregos que teve em Colônia e Nuremberg não eram permanentes, não lhe permitidos manter um nível de vida médio. Só depois de 1852, dois anos antes de falecer, conseguiu uma posição estável como professor de física na Universidade de Munique.
O nome de Georg Ohm foi dado à unidade de resistência elétrica (símbolo: Ω) no Sistema Internacional de unidades por decisão do Congresso Mundial Elétrico, em Chicago, em 1893. Ainda como homenagem, existe uma cratera na Lua denominada Cratera Ohm.
Quando essa lei é respeitada por um determinado condutor mantido à temperatura constante, este denomina-se condutor ôhmico. A resistência de um dispositivo condutor é dada pela equação.
lei-de-ohm
é a diferença de potencial elétrico (ou tensão, ou d.d.p.) medida em volt (V);
é a intensidade da corrente elétrica medida em ampère (A) e
é a resistência elétrica medida em ohm (Ω).
Interpretação da resistência elétrica
A resistência elétrica pode ser entendida como a dificuldade de se estabelecer uma corrente elétrica num determinado condutor. Por exemplo, um fio de nicromo precisa ser submetido à uma diferença de potencial elétrico de 300 V para que seja estabelecida uma corrente de 1 A, enquanto um fio de tungstênio precisa ser submetido à apenas 15 V para que nele se estabeleça a mesma corrente. Isto significa que a resistência elétrica do nicromo é maior do que a do tungstênio.
quarta-feira, 1 de maio de 2019
Diferença entre sinal digital e analógico
Atualmente o que mais se fala de tecnologia é a modernização da transmissão de dados, esta é classificada em dois tipos: Analógica e Digital. Esta classificação é baseada no tipo de sinais utilizados nos sistemas.
Sinal Analógico é um tipo de sinal contínuo que varia em função do tempo. A representação de um sinal analógico é uma curva. Como mostra a figura abaixo. Como exemplo, se um sinal varia seus valores 0 a 10, o sinal analógico passa por todos os valores intermediários possíveis (0.01 , 0.566 , 4.565 , 8.55...). Sendo assim a faixa de frequência é bem maior e não tão confiável.

Sinal Analógico
Sinal Digital é um sinal com valores discretos (descontínuos) no tempo e em amplitude. A representação de um sinal digital é um histograma. Usando o mesmo exemplo acima, se um sinal varia seus valores de 0 a 10, o sinal digital assumirá os valores discretos (0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,10). Se um sinal no sistema digital acima tem o valor de 4,25 em qualquer instante de tempo, é representado pelo valor mais próximo discreto, neste caso o 4. Os sinais que variam de 4 a 4,5 serão representados pelo 4 e sinais que variam de 4,5 a 5 serão representados pelo 5.

Sinal Digital
Portanto, com o sinal digital pode-se garantir a qualidade de um sinal , diminuindo os custos de armazenamento e tempo de processamento.
Receptor Century Midiabox HDTV b3
Detalhes
O Receptor MIDIABOX HDTV B3 traz para a sua TV uma revolução de imagem e som com a mais alta tecnologia disponível.
Imagine agora você assistindo os seus programas preferidos, como novelas, jogos de futebol, jornais, tudo com qualidade HD em alta definição aí mesmo na sua casa, pela antena parabólica e sem custo adicional nenhum.
A sua família vai adorar, porque o MIDIABOX HDTV é um completo centro de entretenimento multimídia, para reprodução de filmes, músicas e fotos no seu televisor, além de gravar seu programa preferido e pausar a programação ao vivo.
Tente resistir a todos esses benefícios ou clique no botão ao lado agora e faça o seu pedido. Em poucos dias você receberá na sua casa, com toda a segurança, o seu receptor MIDIABOX HDTV.
O receptor MidiaBox HDTV é compatível com o sistema Sat HD Regional, que permite receber o sinal digital HD da Rede Globo de Televisão em todo território nacional.
Após ter os canais instalados, o sinal da Rede Globo Nacional estará disponível no canal 01 com um “banner” sobre a imagem solicitando que seja feita a ativação do sinal. Para que isto ocorra, deve-se entrar no site https://www.sathdregional.com/ative-seu-receptor.
Observação: Faça as instalações da maneira recomendada no Manual e descubra o que a sua parabólica tem de melhor.
Caracteristicas:
Capacidade de até 2000 canais
Receptor de Sinal Digital DVB-S / DVB-S2(HD)
Controle Remoto Inteligente - CRI
Sintonia Automática (Busca Cega)
Multimídia: Reproduz áudio, vídeo e imagens
PVR - Grava/Reproduz programação
Função Time Shift
Permite o uso de memória externa (HD/Pendrive)
2 Portas USBs
Atualização pela USB e OTA (On the air)
Compatível com DISEqC 1.0 e 1.1
Baixo consumo
Capacidade de até 2000 canais
Receptor de Sinal Digital DVB-S / DVB-S2(HD)
Controle Remoto Inteligente - CRI
Sintonia Automática (Busca Cega)
Multimídia: Reproduz áudio, vídeo e imagens
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Função Time Shift
Permite o uso de memória externa (HD/Pendrive)
2 Portas USBs
Atualização pela USB e OTA (On the air)
Compatível com DISEqC 1.0 e 1.1
Baixo consumo
Requisitos para um bom funcionamento: Necessita de uma antena parabólica convencional telada a partir de 1,70 de diâmetro ou uma antena de chapa de 1,50 mt com Lnbf monoponto ou multiponto. A instalação é extremamente importante, é necessário apontar perfeitamente para o satélite. Em caso de duvida consultar um técnico credenciado.
*** Quantidade de canais que estão pegando no Satélite StarOneC2. Estes são os canais atuais no satélite brasileiro. Alterações poderão ser efetuadas sem aviso prévio.
Dimensões
Altura: 5cm
Largura: 23cm
Profundidade: 15cm
Conteúdo da Embalagem
01 Receptor Century Midiabox Hdtv b2
01 Controle Remoto Inteligente (Cri)
01 Cabo Hdmi
02 pilhas
01 Cartão de Acesso
Garantia
1 ano
Contra defeito de fabricação
*** Quantidade de canais que estão pegando no Satélite StarOneC2. Estes são os canais atuais no satélite brasileiro. Alterações poderão ser efetuadas sem aviso prévio.
Dimensões
Altura: 5cm
Largura: 23cm
Profundidade: 15cm
Conteúdo da Embalagem
01 Receptor Century Midiabox Hdtv b2
01 Controle Remoto Inteligente (Cri)
01 Cabo Hdmi
02 pilhas
01 Cartão de Acesso
Garantia
1 ano
Contra defeito de fabricação
Como o filtro de linha protege seus equipamentos
Filtros de linha são muito utilizados junto à alimentação de computadores, com o objetivo de proteger o equipamento eletrônico contra eventuais surtos na rede elétrica à qual está ligado. Também é comum sua aplicação na proteção de equipamentos de áudio e vídeo, que tais quais computadores, são itens de alto investimento e com elevada sensibilidade a anomalias no fornecimento de eletricidade.
Os circuitos internos de um filtro de linha são constituídos por alguns capacitores, indutores e varistores, elementos que tem a função de filtrar ruídos e frequências elevadas na corrente alternada recebida. Quando você aciona o motor de um liquidificador, por exemplo, correntes em frequências altas (além dos 60 Hz, típico da rede) surgem na instalação elétrica, o que pode resultar em uma interferência no som emitido pelos equipamentos de áudio, ou ruídos na imagem de um televisor. O filtro de linha previne este tipo de problema, evitando o mau funcionamento de equipamentos eletrônicos a ele ligados.
Dotado de um fusível, o filtro de linha também suplementa a proteção para correntes de intensidade elevada. Caso ocorra algum problema deste tipo o fusível queima, basta substituí-lo para retomar o funcionamento. O fusível em geral limita o uso do equipamento a 10 ampères.
Ao contrário do que muitos acreditam o filtro de linha não proporciona proteção, entretanto, contra a ação de raios na rede elétrica. O surto violento referente a um raio é um pulso de curtíssima duração, mas que provoca elevada tensão e corrente na instalação, injetando energia suficiente para causar sérios danos aos equipamentos. Para a proteção contra descargas atmosféricas o equipamento adequado é o dispositivo de proteção contra surtos (DPS), que pode ser instalado junto ao quadro de distribuição geral.
O filtro de linha também não controla o nível de tensão fornecido ao equipamento. Se for desejado este tipo de regulação será necessário optar por um equipamento estabilizador (que possui sistema com transformador interno e corpo menos compacto que o filtro de linha).
Se você pretende adquirir um filtro de linha fique atento, pois no mercado são encontrados materiais vendidos como tal, mas que não passam de réguas para tomadas, muitas vezes nem sequer possuindo um fusível de proteção. Verifique se o produto possui o selo do Inmetro e se na sua embalagem são mencionadas as funções de proteção.
Antena Interna e externa: suas diferenças, usos e vantagens
A substituição do sinal analógico de televisão para o sinal digital tem sido divulgada amplamente, e a cobertura total do país está prevista para o ano de 2018. O critério utilizado para essa mudança é a necessidade de expandir a rede 4G de telefonia, devido às limitações atuais de sinal. Para isso, o sinal analógico será transferido para a telefonia e todo o sinal de televisão será transferido para o sinal digital. A troca é favorável para o telespectador, pois terá maior qualidade de som e imagem em seu televisor, sem pagar mais por isso. O único investimento da população é na antena para captar o sinal digital, e no caso das TVs antigas sem o conversor integrado, será necessário a aquisição do conversor digital. Confira se sua TV já possui o conversor integrado, hoje todas as TVs fabricadas já vêm com o conversor.
Em relação à antena para receber o sinal digital, a interna e a externa são os principais tipos com melhor custo-benefício para o público. A antena interna possui tamanho reduzido, é instalada em apenas um aparelho televisor e capta frequências UHF, VHF e FM. Esse tipo de antena capta a transmissão proveniente de torres ou redes mais próximas e é indicada para situações onde a torre se encontra próxima e com poucos obstáculos que possam interferir no sinal.
A antena externa possui tamanho maior, é instalada no telhado e recebe principalmente os sinais UHF e VHF. Esse tipo exige mais cuidado no momento da instalação, pois precisa resistir ao clima e ter um posicionamento correto para captar o sinal com eficiência. A antena externa sempre é superior na captação do sinal em relação à interna. A antena externa é indicada para locais em que o sinal recebido é fraco, ou seja, distante de torres de transmissão ou regiões com muitos obstáculos que atenuam o sinal. Podem ser utilizadas em residências ou edifícios e facilitam a divisão do sinal entre vários televisores.
O sinal digital é transmitido em UHF, portanto atenção, veja se a antena escolhida é própria para o sinal digital. Outro detalhe, como ainda existe o sinal analógico, não é recomendado antenas somente digitais UHF, pois não vão captar o sinal VHF e alguns canais vão deixar de ser captados. Tanto para antenas internas como externas existe a opção de antena amplificada que potencializa a captação do sinal.
Uma dica rápida para ter uma noção da qualidade do sinal de transmissão que chega até sua residência é observar a presença de antena externa no telhado das casas mais próximas. Se não houver, é bem provável que o sinal chegue satisfatoriamente no seu endereço, porém, se houver muitas antenas externas ou antenas de TV a cabo, é um indicativo de que o sinal não chega efetivamente. Neste caso, será necessário adquirir uma antena externa ou até mesmo uma assinatura particular.
Proteção contra raios: O dispositivo de proteção contra surtos
Com seu vasto território e clima tropical, o Brasil é o país com maior incidência de acidentes fatais com raios no mundo. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE), são 130 mortes e 200 feridos por ano entre as vítimas de descargas atmosféricas. O instituto também estima um prejuízo da ordem de um bilhão de reais por ano.
Um relâmpago é capaz de promover uma cena impressionante em seu encontro com a terra, dando a impressão de um poderoso golpe sobre uma pequena área, inofensivo para quem não está próximo o bastante. A eletricidade, todavia, pode expandir seu alcance a partir de cabos de energia elétrica ou de telefonia, mesmo quando a descarga não atinge diretamente estes cabos. O dispositivo de proteção contra surtos (DPS) é o equipamento ideal para proteger a rede interna de uma edificação contra esses efeitos indiretos.
Quando um DPS é submetido ao surto de tensão (que ocorre na influência de um raio, por exemplo), seu elemento característico, o varistor, deixa de atuar como um isolante e conduz eletricidade, “desviando” o trajeto da corrente elétrica ao sistema de aterramento(figura 1). Embora não substitua outras medidas de proteção contra descargas atmosféricas (como o para raios do edifício), a aplicação dos dispositivos de proteção contra surtos reduz consideravelmente a chance de um sinistro comumente relacionado aos raios: queima de equipamentos eletrônicos.

Figura 1: esquema típico de montagem de DPS em quadro de distribuição
Conforme a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), os DPS costumam ser classificados em:
Classe I: é aplicado em locais onde se prevê elevada corrente de impulso para as descargas atmosféricas, como a entrada da rede de baixa tensão em edifícios e indústrias.
Classe II: são utilizados para absorver as sobre tensões em quadros de distribuição, em complemento aos DPS classe I, ou próximos à entrada de serviço ou quadro de distribuição de implantações menos vulneráveis, como residências.
Classe III: são próprios para proteção específica de um equipamento sensível aos surtos de tensão. Além dos DPS utilizados em instalações elétricas, há também aqueles aplicados em telefonia e outros equipamentos de telecomunicação.
Os dispositivos de proteção contra surto podem apresentar avarias após atuar sua proteção em um ou mais eventos. Quando isto ocorre, em geral, há um led ou outro sinal visual, que indica a queima daquele elemento. Para facilitar a manutenção e coordenar a proteção do próprio DPS, é recomendável aplicar um disjuntor ou fusível a montante dos DPS classe I e II, coordenando a corrente nominal da proteção contra curto circuito com a fiação aplicável ao DPS.
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