quarta-feira, 1 de maio de 2019

Diferença entre sinal digital e analógico


Atualmente o que mais se fala de tecnologia é a modernização da transmissão de dados, esta é classificada em dois tipos: Analógica e Digital. Esta classificação é baseada no tipo de sinais utilizados nos sistemas.
Sinal Analógico é um tipo de sinal contínuo que varia em função do tempo. A representação de um sinal analógico é uma curva. Como mostra a figura abaixo. Como exemplo, se um sinal varia seus valores 0 a 10, o sinal analógico passa por todos os valores intermediários possíveis (0.01 , 0.566 , 4.565 , 8.55...). Sendo assim a faixa de frequência é bem maior e não tão confiável.
Sinal Analógico
Sinal Analógico

Sinal Digital é um sinal com valores discretos (descontínuos) no tempo e em amplitude. A representação de um sinal digital é um histograma. Usando o mesmo exemplo acima, se um sinal varia seus valores de 0 a 10, o sinal digital assumirá os valores discretos (0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,10). Se um sinal no sistema digital acima tem o valor de 4,25 em qualquer instante de tempo, é representado pelo valor mais próximo discreto, neste caso o 4. Os sinais que variam de 4 a 4,5 serão representados pelo 4 e sinais que variam de 4,5 a 5 serão representados pelo 5.
Sinal Digital
Sinal Digital
Portanto, com o sinal digital pode-se garantir a qualidade de um sinal , diminuindo os custos de armazenamento e tempo de processamento.

Receptor Century Midiabox HDTV b3


Detalhes

O Receptor MIDIABOX HDTV B3 traz para a sua TV uma revolução de imagem e som com a mais alta tecnologia disponível.
Imagine agora você assistindo os seus programas preferidos, como novelas, jogos de futebol, jornais, tudo com qualidade HD em alta definição aí mesmo na sua casa, pela antena parabólica e sem custo adicional nenhum.
A sua família vai adorar, porque o MIDIABOX HDTV é um completo centro de entretenimento multimídia, para reprodução de filmes, músicas e fotos no seu televisor, além de gravar seu programa preferido e pausar a programação ao vivo.
Tente resistir a todos esses benefícios ou clique no botão ao lado agora e faça o seu pedido. Em poucos dias você receberá na sua casa, com toda a segurança, o seu receptor MIDIABOX HDTV.
O receptor MidiaBox HDTV é compatível com o sistema Sat HD Regional, que permite receber o sinal digital HD da Rede Globo de Televisão em todo território nacional.
Após ter os canais instalados, o sinal da Rede Globo Nacional estará disponível no canal 01 com um “banner” sobre a imagem solicitando que seja feita a ativação do sinal. Para que isto ocorra, deve-se entrar no site https://www.sathdregional.com/ative-seu-receptor.
Observação: Faça as instalações da maneira recomendada no Manual e descubra o que a sua parabólica tem de melhor.
Caracteristicas:
Capacidade de até 2000 canais
Receptor de Sinal Digital DVB-S / DVB-S2(HD)
Controle Remoto Inteligente - CRI
Sintonia Automática (Busca Cega)
Multimídia: Reproduz áudio, vídeo e imagens
PVR - Grava/Reproduz programação
Função Time Shift
Permite o uso de memória externa (HD/Pendrive)
2 Portas USBs
Atualização pela USB e OTA (On the air)
Compatível com DISEqC 1.0 e 1.1
Baixo consumo


Requisitos para um bom funcionamento: Necessita de uma antena parabólica convencional telada a partir de 1,70 de diâmetro ou uma antena de chapa de 1,50 mt com Lnbf monoponto ou multiponto. A instalação é extremamente importante, é necessário apontar perfeitamente para o satélite. Em caso de duvida consultar um técnico credenciado.
*** Quantidade de canais que estão pegando no Satélite StarOneC2. Estes são os canais atuais no satélite brasileiro. Alterações poderão ser efetuadas sem aviso prévio. 

Dimensões

Altura: 5cm
Largura: 23cm
Profundidade: 15cm 


Conteúdo da Embalagem

01 Receptor Century Midiabox Hdtv b2
01 Controle Remoto Inteligente (Cri)
01 Cabo Hdmi
02 pilhas
01 Cartão de Acesso


Garantia

1 ano
Contra defeito de fabricação


Como o filtro de linha protege seus equipamentos


Filtros de linha são muito utilizados junto à alimentação de computadores, com o objetivo de proteger o equipamento eletrônico contra eventuais surtos na rede elétrica à qual está ligado. Também é comum sua aplicação na proteção de equipamentos de áudio e vídeo, que tais quais computadores, são itens de alto investimento e com elevada sensibilidade a anomalias no fornecimento de eletricidade.
Os circuitos internos de um filtro de linha são constituídos por alguns capacitores, indutores e varistores, elementos que tem a função de filtrar ruídos e frequências elevadas na corrente alternada recebida. Quando você aciona o motor de um liquidificador, por exemplo, correntes em frequências altas (além dos 60 Hz, típico da rede) surgem na instalação elétrica, o que pode resultar em uma interferência no som emitido pelos equipamentos de áudio, ou ruídos na imagem de um televisor. O filtro de linha previne este tipo de problema, evitando o mau funcionamento de equipamentos eletrônicos a ele ligados.
Dotado de um fusível, o filtro de linha também suplementa a proteção para correntes de intensidade elevada. Caso ocorra algum problema deste tipo o fusível queima, basta substituí-lo para retomar o funcionamento. O fusível em geral limita o uso do equipamento a 10 ampères.
Ao contrário do que muitos acreditam o filtro de linha não proporciona proteção, entretanto, contra a ação de raios na rede elétrica. O surto violento referente a um raio é um pulso de curtíssima duração, mas que provoca elevada tensão e corrente na instalação, injetando energia suficiente para causar sérios danos aos equipamentos. Para a proteção contra descargas atmosféricas o equipamento adequado é o dispositivo de proteção contra surtos (DPS), que pode ser instalado junto ao quadro de distribuição geral.
O filtro de linha também não controla o nível de tensão fornecido ao equipamento. Se for desejado este tipo de regulação será necessário optar por um equipamento estabilizador (que possui sistema com transformador interno e corpo menos compacto que o filtro de linha).
Se você pretende adquirir um filtro de linha fique atento, pois no mercado são encontrados materiais vendidos como tal, mas que não passam de réguas para tomadas, muitas vezes nem sequer possuindo um fusível de proteção. Verifique se o produto possui o selo do Inmetro e se na sua embalagem são mencionadas as funções de proteção.

Antena Interna e externa: suas diferenças, usos e vantagens


A substituição do sinal analógico de televisão para o sinal digital tem sido divulgada amplamente, e a cobertura total do país está prevista para o ano de 2018. O critério utilizado para essa mudança é a necessidade de expandir a rede 4G de telefonia, devido às limitações atuais de sinal. Para isso, o sinal analógico será transferido para a telefonia e todo o sinal de televisão será transferido para o sinal digital.  A troca é favorável para o telespectador, pois terá maior qualidade de som e imagem em seu televisor, sem pagar mais por isso.  O único investimento da população é na antena para captar o sinal digital, e no caso das TVs antigas sem o conversor integrado, será necessário a aquisição do conversor digital. Confira se sua TV já possui o conversor integrado, hoje todas as TVs fabricadas já vêm com o conversor.
Em relação à antena para receber o sinal digital, a interna e a externa são os principais tipos com melhor custo-benefício para o público. A antena interna possui tamanho reduzido, é instalada em apenas um aparelho televisor e capta frequências UHF, VHF e FM.  Esse tipo de antena capta a transmissão proveniente de torres ou redes mais próximas e é indicada para situações onde a torre se encontra próxima e com poucos obstáculos que possam interferir no sinal.
A antena externa possui tamanho maior, é instalada no telhado e recebe principalmente os sinais UHF e VHF. Esse tipo exige mais cuidado no momento da instalação, pois precisa resistir ao clima e ter um posicionamento correto para captar o sinal com eficiência. A antena externa sempre é superior na captação do sinal em relação à interna.   A antena externa é indicada para locais em que o sinal recebido é fraco, ou seja, distante de torres de transmissão ou regiões com muitos obstáculos que atenuam o sinal.  Podem ser utilizadas em residências ou edifícios e facilitam a divisão do sinal entre vários televisores.
O sinal digital é transmitido em UHF, portanto atenção, veja se a antena escolhida é própria para o sinal digital.  Outro detalhe, como ainda existe o sinal analógico, não é recomendado antenas somente digitais UHF, pois não vão captar o sinal VHF e alguns canais vão deixar de ser captados.  Tanto para antenas internas como externas existe a opção de antena amplificada que potencializa a captação do sinal.
Uma dica rápida para ter uma noção da qualidade do sinal de transmissão que chega até sua residência é observar a presença de antena externa no telhado das casas mais próximas. Se não houver, é bem provável que o sinal chegue satisfatoriamente no seu endereço, porém, se houver muitas antenas externas ou antenas de TV a cabo, é um indicativo de que o sinal não chega efetivamente. Neste caso, será necessário adquirir uma antena externa ou até mesmo uma assinatura particular.

Proteção contra raios: O dispositivo de proteção contra surtos


Com seu vasto território e clima tropical, o Brasil é o país com maior incidência de acidentes fatais com raios no mundo. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE), são 130 mortes e 200 feridos por ano entre as vítimas de descargas atmosféricas. O instituto também estima um prejuízo da ordem de um bilhão de reais por ano.
Um relâmpago é capaz de promover uma cena impressionante em seu encontro com a terra, dando a impressão de um poderoso golpe sobre uma pequena área, inofensivo para quem não está próximo o bastante. A eletricidade, todavia, pode expandir seu alcance a partir de cabos de energia elétrica ou de telefonia, mesmo quando a descarga não atinge diretamente estes cabos. O dispositivo de proteção contra surtos (DPS) é o equipamento ideal para proteger a rede interna de uma edificação contra esses efeitos indiretos.
Quando um DPS é submetido ao surto de tensão (que ocorre na influência de um raio, por exemplo), seu elemento característico, o varistor, deixa de atuar como um isolante e conduz eletricidade, “desviando” o trajeto da corrente elétrica ao sistema de aterramento(figura 1). Embora não substitua outras medidas de proteção contra descargas atmosféricas (como o para raios do edifício), a aplicação dos dispositivos de proteção contra surtos reduz consideravelmente a chance de um sinistro comumente relacionado aos raios: queima de equipamentos eletrônicos.


Figura 1: esquema típico de montagem de DPS em quadro de distribuição

Conforme a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), os DPS costumam ser classificados em:
Classe I: é aplicado em locais onde se prevê elevada corrente de impulso para as descargas atmosféricas, como a entrada da rede de baixa tensão em edifícios e indústrias.
Classe II: são utilizados para absorver as sobre tensões em quadros de distribuição, em complemento aos DPS classe I, ou próximos à entrada de serviço ou quadro de distribuição de implantações menos vulneráveis, como residências.
Classe III: são próprios para proteção específica de um equipamento sensível aos surtos de tensão. Além dos DPS utilizados em instalações elétricas, há também aqueles aplicados em telefonia e outros equipamentos de telecomunicação.
Os dispositivos de proteção contra surto podem apresentar avarias após atuar sua proteção em um ou mais eventos. Quando isto ocorre, em geral, há um led ou outro sinal visual, que indica a queima daquele elemento. Para facilitar a manutenção e coordenar a proteção do próprio DPS, é recomendável aplicar um disjuntor ou fusível a montante dos DPS classe I e II, coordenando a corrente nominal da proteção contra curto circuito com a fiação aplicável ao DPS.

Tipos de terminais para cabos e aplicação


Os terminais são componentes utilizados para fazer conexões confiáveis entre um cabo condutor e outro elemento do sistema elétrico, garantindo continuidade no circuito.  São fabricados com material condutor de eletricidade, como cobre eletrolítico ou alumínio, e a fixação do cabo se dá, em geral, através de compressão.  Alguns modelos de terminais, em particular aqueles de bitola até 10 mm², costumam ser fornecidos já com luvas de isolação (são chamados terminais pré-isolados).
Nos terminais onde o cabo é fixado por compressão, uma ponta descascada do cabo é inserida no interior do terminal, em seguida é feita a compressão do elemento tubular onde está o cabo com auxílio de um alicate. Existem alicates específicos para aplicação de terminais, e no caso de cabos de larga bitola (acima de 10 mm²) a aplicação com um alicate comum é praticamente inviável.
Dentre os tipos mais comuns de terminais elétricos temos:
Terminal anel: estes terminais possuem em sua extremidade um anel. Há dois modelos, o terminal com anel laminado e o terminal com anel tubular (fabricado em cobre eletrolítico estanhado e possui excelente resistência à corrosão).
Terminais com anel são aplicados para conexão através de parafusos (em barramentos, parafusos de aterramento e bornes).


Figura 1: Terminal pré-isolado tipo anel

Figura 2: Terminal de compressão de cobre estanhado

Terminal forquilha: Os terminais de forquilha, ou tipo garfo, são indicados para a fixação em barras de bornes, pois seu formato plano e com abertura permite fácil fixação na superfície das barras. Há quatro modelos diferentes de forquilhas; forquilha reta, forquilha anel, forquilha dobrada e forquilha mola.


Figura 3: Terminal pré-isolado tipo garfo
Luvas de emenda: São utilizadas para a emenda de cabos através de compressão. No modelo mais comum de luva de emenda, cada extremidade do cabo é limitada ao centro da luva e são aplicadas duas compressões. Há também luvas tubulares, em cobre eletrolítico, luvas de emenda com janela, para inspeção da posição dos cabos, e a emenda paralela, que utiliza apenas uma compressão, sendo utilizada em fios sólidos.


Figura 4: Tubo pré-isolado para emenda

Slip-ons e LinguetasSlip-ons são terminais de encaixe fácil, o conjunto se compõe por uma peça slip-on fêmea e uma slip-onmacho, em forma de lingueta.  No slip-on totalmente isolado, a isolação completa da peça garante maior segurança, evitando com maior eficiência a ocorrência de curto circuito. Há também o modelo de slip-on tipo bandeira, para a conexão com ângulo reto (90˚).
Através de linguetas, que são fixadas com parafuso ou rebite a uma peça metálica ou barramento, pode-se realizar conexões a cabos com praticidade. Linguetas em fita também podem ser aplicadas na necessidade de múltiplas conexões para derivação.

Figura 5: Terminal pré-isolado tipo fêmea

Figura 6: Terminal pré-isolado tipo macho

Terminais pino: São desenvolvidos para utilização em bornes, contatores, ou na terminação de cabos flexíveis.  Além do modelo padrão, citam-se aqui os modelos de terminais de pino plano, ilhós tubular e pino tubular.

Figura 7: Terminal pré-isolado tipo pino

Figura 7: Terminal pré-isolado tipo tubo

Como instalar um interruptor paralelo (three way)


Os interruptores do tipo three way permitem a instalação de comandos em paralelo para o acionamento da iluminação. Isto é particularmente útil em ambientes amplos, com mais de uma porta de acesso, escadas ou corredores, pois possibilita ligar ou desligar a iluminação a partir de dois pontos distintos.
Embora também possa ser utilizado como um interruptor simples, o interruptor three way se diferencia pela presença de três terminais, que são comutados dois a dois. O borne central é a conexão comum. A instalação do interruptor paralelo é quase tão fácil quanto a de um interruptor simples e pode ser realizada seguindo-se os seguintes passos:
1 - Desligue o disjuntor do circuito de iluminação no quadro de distribuição. Antes de tocar na fiação ou qualquer peça metálica, verifique se a fiação está realmente desligada, testando com um multímetro ou chave teste.
2 - Defina a posição de instalação dos interruptores (em geral, próximo às portas de acesso do cômodo). Se necessário, instale a tubulação e caixas em PVC a partir do ponto de instalação da luminária.
3 - Instale a fiação entre rede, interruptores e luminária conforme o esquema da figura 1 (a fiação de retorno entre os dois interruptores, em cinza, pode ser guiada pelos mesmos eletrodutos que chegam à lâmpada). Utilize fios ou cabos de cobre isolados em PVC com a mesma bitola do ramal de iluminação.

Figura 1: esquema de ligação para interruptor paralelo
4 - Após efetuar as emendas, proteja-as com fita isolante. Fixe depois as peças de acabamento, como os espelhos dos interruptores e a luminária.
5 - Ligue novamente o disjuntor do circuito de iluminação e teste o funcionamento dos interruptores instalados.
O diagrama da figura 2 mostra o funcionamento do interruptor paralelo, repare que qualquer que seja a posição das teclas em ambos interruptores, é possível ligar/desligar a iluminação a partir de qualquer um deles.


Figura 2: diagrama de funcionamento dos interruptores em paralelo
Em ambientes com três ou mais pontos de acesso, corredores longos, ou escadarias para múltiplos pavimentos, é provável que seja necessário mais que dois locais para o acionamento da iluminação. Nestes casos, pode-se instalar o interruptor four way como interruptor intermediário (figura 3) ou ainda, você pode optar pela utilização de sensores de presença, automatizando o funcionamento da iluminação.


Figura 3: esquema de ligação para 2 interruptores paralelos com um interruptor intermediário: 3 pontos de acionamento
Se você não possui conhecimento básico sobre a eletricidade e riscos a ela associados, não se arrisque em trabalhos de montagem ou reparos das instalações elétricas. Acidentes com eletricidade podem ter sérias consequências, portanto é recomendado procurar por um profissional de confiança, caso você desconheça ou tenha dúvidas sobre os procedimentos de segurança nesses trabalhos.